Não sou desse género de mulheres incapazes de amor e de ternura.
Odeio o sacrifício e repugna-me
a vaidade que nasce da violência, mas sei o que é valor e o que é sangue.
Quero ser a mulher de um mercenário,
de um poeta ou mártir, vai dar ao mesmo.
Porque sei olhar nos olhos dos homens.
Conheço quem merece a minha ternura.
Coração Desabitado, Amalia Bautista
(tradução Inês Dias)